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Conheça o micro housing, tendência do momento

Moradias de até 30 m², espaços inteligentes e móveis multifuncionais. De maneira geral, essas são as características do micro housing, uma tendência de habitação que vem crescendo vertiginosamente mundo afora. E no Brasil não é diferente: de 2012 a 2017, 15% dos apartamentos de 1 dormitório lançados em São Paulo têm até 30 m², segundo pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

Para mobiliar os espaços reduzidos é preciso muita criatividade, e a maioria dos moradores recorre aos móveis sob medida. Por isso, entender essa tendência e saber como projetar mobiliário para esses espaços pode ser uma maneira de atrair novos clientes para sua marcenaria. Então acompanhe este texto e descubra o que é o micro housing, como ele surgiu e qual o perfil de pessoas que investem nessas moradias!

O que é micro housing?

É a tendência de residir em moradias bem pequenas, que raramente ultrapassam os 30 m². Elas foram criadas visando a otimização do espaço, especialmente nas grandes cidades. A ideia é aproveitar o máximo possível — e com inteligência — cada canto disponível.

Essas residências podem estar em condomínios, ser construídas sobre fundações tradicionais ou sobre rodas. As micro houses possuem todas as comodidades de uma casa tradicional: eletricidade, água, esgoto, cozinha, banheiro, quarto e espaço de convivência.

Como o micro housing surgiu?

Não se sabe ao certo determinar a origem do micro housing, mas é seguro afirmar que essa tendência é cada vez mais procurada em países e cidades com densidade demográfica muito alta. Esse tipo de moradia reflete muito bem o estilo de vida contemporâneo dos grandes centros urbanos: há muitas habitantes, a rotina é corrida, as pessoas viajam cada vez mais e os valores dos imóveis estão cada vez mais altos.

Esses fatores — em especial o econômico — aliados ao crescente número de pessoas que moram sozinhas impulsionaram a demanda por habitações pequenas. Afinal, o valor reduzido e espaços de manutenção fácil se mostraram um bom custo-benefício para a vida moderna.

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Quais motivos levam as pessoas a buscarem esse tipo de residência?

Diversas são as razões, como visto acima. Mas, além dos fatores já citados, há alguns outros pontos que incentivam a procura por essas moradias.

Sustentabilidade

É inegável a crescente preocupação das pessoas com as questões sustentáveis. Quem opta pelo micro housing acaba, consequentemente, adotando hábitos considerados mais conscientes. São pessoas menos consumistas, focadas em aproveitar ao máximo tudo aquilo que é adquirido.

Os gastos com água, energia e até a produção de lixo são menores, reduzindo os impactos ambientais. Em outras palavras, além de fazer bem para o bolso, a natureza agradece.

Economia

Talvez o principal fator, as casas pequenas são mais baratas para a compra e para a manutenção. As contas todas diminuem: água, luz, energia, produtos de limpeza, faxina, impostos. Os custos são bem menores para quem opta pelo micro housing, que cabe no planejamento financeiro de muita gente.

Tecnologia

As inovações tecnológicas facilitam a rotina e permitem viver em ambientes menores. Se antes você precisava de um móvel grande para acomodar a televisão e o aparelho de som, hoje você só precisa de uma parede e do celular.

As várias opções de transporte, que hoje passa pelos tradicionais táxis e coletivos aos aplicativos de carona, permitem abdicar do carro próprio, o que reduz significativamente o espaço que utilizamos para viver.

Simplicidade

Assim como ocorre com as questões sustentáveis, cada vez mais aumenta o número de pessoas que se posiciona contra luxo e ostentação. Nesse sentido, o micro housing promove um estilo de vida mais simples, prático e econômico para o dia a dia.

Por ter um espaço reduzido, essas habitações consomem menos tempo (e dinheiro) do morador com organização e limpeza. Assim, os adeptos dessa tendência possuem mais tempo livre para se dedicarem às atividades que os fazem felizes.

Como o marceneiro pode se beneficiar dessa tendência?

Por ser um espaço compacto, o mobiliário ideal é aquele feito sob medida. E é aí que entra o papel de um bom marceneiro. Com a metragem reduzida, é preciso muita criatividade para criar móveis que sejam bonitos e altamente funcionais: sofás que viram camas, prateleiras que se transformam em mesas, bancos que servem de suporte, um quarto que se torna sala para receber visitas.

A principal ideia é criar ambientes modificados e apostar na multifuncionalidade do mobiliário. É preciso pensar na disposição de cada objeto. Paredes móveis, por exemplo, podem se deslocar e criar ambientes distintos para cada ocasião. Padrões suaves, estruturas em madeira e cores claras ajudam a criar um clima suave, a ampliar e a iluminar o espaço.

Para atrair clientes que optam por essas moradias, o mais importante é entender o estilo de vida que eles levam e aliar as expectativas deles com a sua criatividade e experiência para a produção de móveis. Tenha em mente que, normalmente, são pessoas jovens, que abrem mão do espaço, mas não da qualidade.

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