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Saiba quais são os impostos do começo do ano

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Todo começo de ano traz consigo expectativas de melhorias e novos objetivos. Mas, junto, vem uma série de impostos. As taxas são tantas que não é raro as pessoas se confundirem com os prazos e condições de pagamento e, infelizmente, atrasar algumas dessas contas.

Para facilitar sua vida, elaboramos este post, com os principais impostos do começo do ano. Confira e se organize para quitá-los em dia!

1. IPVA

O Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é um dos primeiros impostos que devem ser pagos no começo do ano. A taxa é calculada de acordo com o valor do veículo e a alíquota varia entre 1% e 4%, podendo ser mais alta para automóveis de luxo.

Por ser um imposto estadual, o percentual cobrado vai variar entre os estados, bem como os descontos para pagamentos à vista. Para carros comerciais, o IPVA normalmente pode ser parcelado em até três vezes. Especialistas alertam que, se o desconto para pagamentos em parcela única for inferior a 8% é mais válido quitar a dívida em mais vezes.

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2. IPTU

Assim como ocorre com o IPVA, o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) pode ser quitado à vista ou parcelado em 10 vezes. Seu valor é calculado de acordo com o valor da propriedade, e por ser uma taxa municipal, a alíquota é diferente entre as cidades.

A maioria das cidades oferece descontos para quem paga o imposto em apenas uma parcela. Portanto analise se a redução do valor vai ser vantajosa para você ou se vale mais a pena parcelar o imposto (normalmente as parcelas vão de fevereiro a novembro).

Não se esqueça de verificar se você deve pagar o IPTU da sua marcenaria também. Caso ela esteja sediada em um imóvel próprio e independente da sua casa, é sua responsabilidade arcar com a despesa. Mas se a sala for alugada, o imposto deve ser pago pelo proprietário.

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3. Imposto de Renda (pessoa física)

Com vencimento para 30 de abril, mas os primeiros a entregarem a declaração recebem a restituição antes. Você também pode doar parte do valor do imposto a uma instituição de caridade, desde que esteja cadastrado na Receita Federal. Pessoas cuja renda mensal é inferior a R$ 2.141,98 são isentas, ou seja, não precisam declarar o IR.

4. Imposto de Renda (pessoa jurídica)

Assim como as pessoas físicas, empresas, organizações e instituições precisam declarar o IR. Em outras palavras, se você tem CNPJ, terá que fazer a declaração de pessoa jurídica. Ele tem a mesma finalidade do imposto de renda de pessoas físicas, porém há algumas especificidades no momento da declaração.

Se a sua marcenaria for de micro e pequeno porte, o tributo mais aconselhável é o Simples Nacional, pois os valores do recolhimento são menores. Ao todo, são 4 modelos tributários para as instituições:

  • Lucro Simples: para faturamentos até R$ 3,6 milhões ao ano;
  • Lucro Real: empresas com receita bruta acima dos R$ 48 milhões ao ano;
  • Lucro Presumido: para empresas que faturam até R$ 48 milhões ao ano;
  • Lucro Arbitrário: aplicado pelo fisco como uma punição para quem não conseguiu manter em dia seus controles contábeis.

De qualquer forma, a alíquota é de aproximadamente 15% sobre o faturamento do lucro anual. A responsabilidade dessa declaração, no entanto, deve ser do seu contador, que domina os conhecimentos técnicos para a função.

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5. Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL)

Esse imposto incide sobre o lucro líquido do ano do exercício. Específico para pessoa jurídica, ele é destinado ao financiamento da Seguridade Social. Ou seja, está diretamente vinculado aos investimentos em serviços públicos como aposentadoria, direitos à saúde e desemprego, por exemplo.

Devem pagar a contribuição empresas enquadradas nas seguintes modalidades:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Real;
  • Lucro Presumido;
  • Lucro Arbitrário.

O imposto de renda de PJ e o CSLL devem ser recolhidos dentro do mesmo modelo de tributação. Em outras palavras, se você declara o IR como Simples Nacional, o CSLL também deve ser assim. A alíquota varia entre 9% e 15%.

Esses são os impostos do começo do ano com que você deve se preocupar. Cuide para não perder os prazos e avalie se, para o seu caso, vale mais a pena parcelar (quando possível) ou pagar à vista. O importante é não deixar atrasar essas taxas, pois os juros podem complicar o financeiro da sua marcenaria.

E falando em dinheiro, confira essas 6 ferramentas para ajudar no controle financeiro da sua marcenaria!

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