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Fabiano Guimarães Rodrigues – Digiovanni Móveis Planejados

Com quase uma década de atuação, a Digiovanni Móveis Planejados executou seus primeiros projetos no quintal de uma residência. A casa era do pai de Fabiano Guimarães Rodrigues, que comanda o negócio de sucesso ao lado de dois familiares. Confira essa trajetória!

Quando e por que você começou a trabalhar com marcenaria?

A Digiovanni tem 8 anos de mercado, mas minha família sempre trabalhou com marcenaria, são cerca de 40 anos de estrada. Meu pai teve uma marcenaria e foi funcionário de outras, assim como meu irmão.

Em um determinado momento, enquanto meu irmão trabalhava em outra empresa do setor, meu pai perdeu o emprego. Foi nessa hora que nós três tivemos a ideia de começar nosso negócio.

No início, éramos uma marcenaria instalada na casa do meu pai e fazíamos móveis para amigos. Depois disso, os amigos dos amigos viraram nossos clientes e fomos ganhando referência. Assim que a empresa ganhou corpo e cresceu. Atualmente, contamos com 12 colaboradores.

Qual o diferencial do seu negócio?

Tentar fazer diferente daquilo que o os clientes costumam ver. Nossos móveis têm requinte e qualidade. Tudo o que puder ser feito para destacar e realçar a beleza do produto, nós fazemos. E isso é válido inclusive para os projetos mais simples. Aqui, nunca será feito “um” caixote. Será “o” caixote.

Para isso, usamos os melhores materiais e produtos, não compramos com foco no menor preço. É assim desde o início e isso virou nossa referência: ofertar algo que realmente tenha qualidade diferenciada.

Vocês atendem algum nicho específico?

Produzimos apenas móveis sob medida, e 99% dos clientes é para a linha residencial. Não temos muita demanda comercial.

Nós também projetamos e desenhamos peças. Para isso, o cliente nos dá uma referência do que ele quer e nós aperfeiçoamos para suas necessidades. Mas também executamos  projetos de arquitetos e decoradores.

Vivemos um momento de crise no país. A atual realidade econômica afetou vocês? Quais as medidas que a empresa tomou para enfrentar este período?

Sentimos o efeito da crise, com certeza. Porém, felizmente nossa produção se manteve, não caiu. O que mudou é que começamos a atender demandas que antes não atendíamos, como projetos menores. Como as obras ficaram paradas, esses clientes aguardaram para encomendar móveis.

Também buscamos formas de aumentar a eficiência para diminuir custos, melhoramos a organização e fomos mais efetivos na fabricação e na montagem. Por esse lado, a crise foi positiva, pois aprendemos a nos adequar e a nos ajustar quando necessário. Agora as coisas começaram a melhorar, só ganhamos com isso.

Desde quando é parceiro da GMAD?

Desde quando abriu a GMAD em Uberaba.

Como é essa parceria?

É boa e melhorou muito com o tempo. Há cerca de 3 anos a GMAD é o fornecedor que melhor atende nossas necessidades. Cerca de 60% do que compramos hoje é da GMAD. Isso se deve muito ao atendimento, pois a equipe da empresa é bem presente, está sempre verificando o que precisamos.

Desde o momento em que chegou a Uberaba, a GMAD é assim. No começo das operações, por exemplo, faltavam algumas linhas da Duratex e a empresa buscou esses materiais para nós. O mesmo aconteceu com a Guararapes. Há uma preocupação em suprir as demandas dos clientes e vemos isso com o hábito da empresa de diversificar seus produtos, sempre trazendo mais coisas.

Esse atendimento só temos na GMAD, e a tendência é que essa parceria continue.

Como a GMAD beneficia seu negócio?

A GMAD nos ajuda muito a manter a produtividade, pois prazo de entrega é curto e o material chega na data combinada. Essa agilidade que a GMAD tem nos beneficia bastante. Sempre que eu preciso de produto, eles colocam aqui dentro da marcenaria no mesmo dia da encomenda. E um dia de produção para nós é muita coisa.

Além disso, o custo é bom, fica dentro das nossas margens.

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