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Vantagens de formalizar a sua marcenaria

Uma marcenaria de sucesso vai além de produzir belos projetos, sendo essencial ter atributos como excelência, transparência, segurança e seriedade bem definidos. A melhor forma de deixar isso claro para o seu cliente é a formalização.

No entanto, provavelmente, vários questionamentos vem à sua cabeça sobre o processo de regulamentação da marcenaria. Para te ajudar nisso, fizemos um post elencando os pontos mais importantes e as vantagens de se transformar em um microempreendedor. Confira!

QUAIS OS BENEFÍCIOS DA FORMALIZAÇÃO?

A formalização como microempreendedor (MEI) proporciona ao marceneiro uma série de vantagens, aliás desde a abertura da empresa que pode ser feita na internet, uma vez que não é preciso pagar taxa para realizar o registro.

Com um número de CNPJ, você também paga menos impostos na hora de contratar, não precisa enfrentar burocracia, tem acesso a programas de crédito e pode emitir nota fiscal eletrônica.

Cabe ressaltar ainda a cobertura previdenciária do INSS, que dá direito a benefícios como auxílio-doença, salário-maternidade, aposentadoria por idade ou invalidez, pensão por morte e auxílio reclusão. Para conquistar um ou mais benefícios, o profissional só precisará pagar mensalmente 5% de um salário mínimo.

BÔNUS DA FORMALIZAÇÃO: EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS

Um dos principais diferenciais de ter um CNPJ é a possibilidade de emitir nota fiscal. Este documento comprova a transação entre você e o comprador, além de garantir a correta tributação sobre a venda dos produtos e serviços prestados pela sua marcenaria. Sem contar, que permite fechar negócio com outras empresas privadas ou públicas, e até participar de licitações.

FACILIDADE DE CRÉDITO

Outro ganho de sair da informalidade é conseguir uma linha de crédito com mais facilidade, desde programas de incentivo, abertura de contas ou mesmo facilitando a compra de produtos nas revendas parceiras, uma vez que amplia o acesso a parcelamentos e condições especiais para quem tem CNPJ.

AFINAL, O QUE É MEI (MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL)?

O registro de Microempreendedor Individual, conhecido como MEI, é um modelo de empresa que faz parte de um programa do Governo Federal, criado para simplificar o processo de regulamentação dos profissionais autônomos e permitir a abertura de empresas de maneira mais fácil e ágil. 

QUAIS OS REQUISITOS PARA SER MEI?

Para ser microempreendedor, é necessário se enquadrar em alguns requisitos, o principal deles é que o faturamento máximo deve ser de até R$ 81 mil por ano, ou seja, os valores mensais podem ser diferentes, desde que o total não ultrapasse o valor estipulado. Outros requisitos essenciais são ter no máximo um funcionário empregado; não ser sócio/administrador em outra empresa; e exercer uma das atividades econômicas previstas pela regulamentação.

No seu caso, marceneiro, no momento da formalização, você poderá colocar como atividade principal a de “marceneiro sob encomenda ou não” e escolher mais 15 atividades secundárias que tenham relação com as tarefas que você realiza na marcenaria.

QUANDO MIGRAR PARA ME (MICROEMPRESA)

Caso o faturamento da empresa ultrapasse o valor de R$ 81 mil por ano, o MEI tem duas opções: se a receita for de até 20% do teto, é possível recolher um Documento de Arrecadação Simplificada (DAS) complementar, pagar pelo valor excedido e voltar a se enquadrar como MEI.

Porém, se for superior a 20%, é hora de passar a condição de MEI para ME (Microempresa), em que a receita bruta anual pode chegar até R$ 360 mil. Para essa transição é importante contar com o auxílio de um contador, pois ele saberá melhor como orientá-lo. Afinal, para se formalizar como ME, você pode escolher entre os três tipos de enquadramentos tributários disponíveis: Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido.

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